quarta-feira, 10 de novembro de 2010

A Resposta


A reunião não foi ao encontro das nossas expectativas, dado que é impossível o contacto directo com as crianças no IPO pela fraca presença de defesas nos seus sistemas imunitários e o elevado número de vírus que transportamos connosco de forma inconsciente. Além disso, este voluntariado apenas é permitido para pessoas com mais de 21 anos, o que não é o caso de nenhum membro do nosso grupo. Contudo, foram-nos propostas várias soluções alternativas que permitirão dar continuidade ao nosso projecto.
O desenrolar da reunião contribui, de certa forma, para apagar um pouco a nossa desilusão, uma vez que poderemos apoiar, embora que indirectamente, essas crianças, contribuindo com a doação de brinquedos (novos), assim como a recolha de alimentos. Em consonância, realizaremos uma caminhada e uma festa onde a música e a dança predominarão, nas quais os fundos reverterão para a associação à qual nos aliamos. Contudo, apostaremos também na sensibilização da comunidade escolar para esta doença, com a elaboração de uma campanha associada a uma palestra no dia 4 de Fevereiro (dia mundial da luta contra o cancro).
É certo que nem tudo correu como esperávamos, mas estamos igualmente entusiasmadas, dado que poderemos ser úteis de alguma forma no que toca a estas crianças. Além disso, também a nossa reportagem poderá ser realizada, com as fotografias, filmagens e anotações que recolheremos durante o desenrolar do nosso projecto.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

"Em pulgas"

Hoje é um dia bastante importante para todas nós, dado que teremos a tão esperada reunião na sede da Associação Acreditar, no Porto, com uma representante da mesma, a senhora Ana Ferreira. Desta forma, saberemos se o nosso projecto será ou não aprovado, e esta resposta poderá ser o começo da concretização dos nossos objectivos, porque sempre desejamos fazer voluntariado. Esta oportunidade de aliar o nosso projecto à área da Oncologia, no IPO do Porto, surgiu como forma de os tornar possíveis. É fundamental para nós passar por esta experiência, não só em termos profissionais, pois irá enriquecer o nosso conhecimento relativamente a esta área, como também a nível social e pessoal.
Os nossos planos consistem na realização de uma reportagem, baseada fundamentalmente em fotografias, anotações relevantes e, se possível, filmagens, recolhidos nas nossas visitas ao hospital e na animação das crianças com cancro, para que lhes sejam transmitidas alegria, ânimo e, essencialmente, esperança, para que a rotina dos tratamentos oncológicos seja quebrada por alguns instantes.

Crianças com cancro